"Someone that asks "How can we build a silicon valley?" has probably ensured failure by the way they framed the question. You don't build a silicon valley; you let one grow" by Paul Graham

Excelência 360º

Posted: Agosto 12th, 2011 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Estratégia e Gestão, Recursos Humanos
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Numa conversa relativamente recente, questionei um amigo que trabalhou na Google NY por cerca de 9 meses, sobre qual a principal lição que ele retirou dessa experiência.

A resposta foi longa, entusiasta e muito interessante, sendo que uma das partes que mais me chamou a atenção foi o facto de o segredo para o contínuo sucesso dos projectos por lá desenvolvidos ser a existência de uma cultura de excelência e inovação dentro da empresa.

Uma vista de olhos rápida no website corporate da Google permite encontra a seguinte citação dentro da premissa  ”Ten things we know to be true“:

Great just isn’t good enough.
We see being great at something as a starting point, not an endpoint. We set ourselves goals we know we can’t reach yet, because we know that by stretching to meet them we can get further than we expected. Through innovation and iteration, we aim to take things that work well and improve upon them in unexpected ways.

Excellence through innovation and iteration!
Remember that, folks!

Ora vejamos, numa altura em que os mercados são cada vez mais competitivos e novas funcionalidades ou produtos são “copiados” pela concorrência dentro de poucas semanas (ou até dias), as únicas características que realmente poderão dar uma vantagem competitiva sustentável são a Excelência e a Inovação.

Posto isso, convido-vos a dar um passo atrás, olhar bem para esse belo jardim à beira mar plantado ao qual chamamos Portugal e responder a seguinte pergunta:

Existe em Portugal uma cultura de Excelência e Inovação?

De acordo com os últimos estudos da União Europeia, Portugal tem evoluído de uma maneira bastante consistente nos rankings de Inovação (e acredito que devido as excelentes Universidades e Institutos de I&D que cá possuímos, temos capacidade para evoluir muito mais), e sendo assim, até não estamos nada mal.

No entanto, salvo raras e gloriosas excepções, infelizmente estamos longe de ter uma cultura de Excelência.

Diariamente assistimos a projectos que ultrapassam prazos e/ou sofrem derrapagens orçamentais astronómicas, histórias de clientes insatisfeitos, queixas de mau funcionamento da justiça, queixas do funcionalismo público, maus resultados nos exames nacionais, artigos de jornais com alegações que posteriormente se revelam erradas, e outras derivações de situações e comportamentos que oscilam entre a má gestão/mau profissionalismo e a má fé/corrupção.

Não pode ser! Se quisermos promover o crescimento do país e da sociedade teremos que abandonar a tão amada cultura do desenrascanço, para assumir uma postura direccionada para a excelência a todos os níveis, aquilo que eu chamo Excelência 360º.

Excelência 360º

Mais do que sermos excelentes naquilo que fazemos, precisamos de puxar pelas pessoas, projectos e produtos com os quais nos relacionamos regularmente, para gradualmente atingirmos uma cultura de excelência e de mudança.

Segundo Daniel Pink, isso até pode ser mais fácil do que parece, pois no seu best-seller Drive, o autor refere que o desejo pela excelência (Mastery) é algo intrínseco ao Homem, sendo muitas vezes mais importante e eficaz o retirar de barreiras (burocracias, distracções, etc.) do que o adicionar de recompensas externas.

A excelência poderá estar num simples sorriso, num estudo aprofundado ou num complexo algoritmo, mas acima de tudo a excelência é um modo de estar, um modo de abordarmos os problemas. Assim, de cada vez que agarramos um novo projecto ou interagimos com um cliente, fornecedor, colega, familiar, professor, alunos, etc. devemos procurar não nos limitarmos em satisfazer os critérios mínimos, mas sim ambicionar a excelência e a inovação.

Por fim, é importante perceber, que a procura da excelência na vida pessoal e profissional, tal como no desporto, se treina diariamente, através da aquisição de hábitos de excelência e que a maneira mais eficaz de exigirmos excelência das pessoas a nossa volta, é exigirmos excelência de nós próprios em tudo aquilo que fazemos.

Não tenho dúvida que temos capacidade de o fazer.

É simplesmente uma questão de atitude.

Attitude by dipfico

Image Source: Attitude by dipfico


Maserati Problem

Posted: Janeiro 27th, 2011 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Geral
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Um dos erros mais comuns entre novos empreendedores, é a excessiva perda de tempo em questões classificadas por empreendedores mais experientes como “Maserati Problems”.

A Maserati Problem is the kind of problem or issue that your startup company will, presumably, experience some day. “Some day” being when you’re making millions of dollars in revenue, you have 100 employees, and you’re driving around in a Maserati. Calling something a Maserati Problem, then, is akin to saying you probably shouldn’t be worrying about it if your closed beta is still 2 months from launching.
by Urban Dictonary

O nome “Maserati Problem” está associado a comparação desse tipo de questões com a escolha da cor do Maserati que hipoteticamente será comprado quando a recém-fundada start-up for comprada por milhões de dólares/euros.

Posto isso, encontra os Maserati Problems que estejam a tirar o foco da tua empresa ou equipa de trabalho, e devolve a atenção para as decisões importantes do dia-a-dia! Focus! Focus! Focus!

Maserati


Happy Conference 2010

Posted: Outubro 20th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Eventos de Interesse
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Boosting Creativity and Innovation in Organizations é a tagline da conferencia que brevemente chegará a Lisboa com a promessa de ser um evento memorável!

Depois de contar com Tal Ben-Shahar no evento do ano passado, a Happy Conference 2010 traz à Lisboa a oradora de renome mundial e directora de criação do Cirque du Soleil™, Lyn Heward, para falar sobre o desenvolvimento de talento; criatividade; capacidade de arriscar; liderança; trabalho de equipa; e cultura empresarial forte, dinâmica e vencedora.

Lyn Heward

Com um percurso profissional extraordinário, Lyn Heward desenvolveu ao longo da sua vida um conhecimento incrível sobre talento, criatividade e inovação que tem estado na génese de espectáculos empolgantes, de uma riqueza artística enorme e capazes de fazer vibrar pessoas de todo o mundo – o Cirque du Soleil™.

Lyn Heward, que nas suas intervenções utiliza a sua experiência para mostrar como a criatividade deve fazer parte de tudo o que fazemos, é também autora do livro Cirque du Soleil™ – A chama da criatividade.

Da minha parte, dado a extremamente gratificante participação na Leadership Grand Conference, conto também estar presente neste novo evento da Win World.

Abaixo, um exemplo daquilo que espero encontrar por lá:

A Happy Conference com Lyn Heward terá lugar 2ª Feira, dia 11 de Outubro de 2010, com início pelas 09h15, no Teatro Tivoli em Lisboa, Portugal (ver mapa).

Let me know se também estiveres a pensar passar por lá.


Damage Control

Posted: Outubro 20th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Estratégia e Gestão, Geral
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Hoje, enquanto lia a beira-mar, uma empregada do bar onde estava, ensinou-me (inconscientemente) algo sobre damage control que todo empreendedor deve saber.

Damage control by Wikipedia

Damage control is the term used in the Merchant Marine, maritime industry and navies for the emergency control of situations that may hazard the sinking of a ship. The term is also used in project management and other contexts to describe the actions needed to deal with any problem that may jeopardize an endeavor.

Passo então, a explicar a situação, que provavelmente é conhecida por todos vós…

Damage

Tinha pedido um chá e os pacotes de açúcar tinham acabado antes do chá propriamente dito. Assim, comecei a procurar por um empregado(a) disponível para trazer-me mais um pacote de açúcar, situação essa que deveria ser simples e fácil, revelou-se algo difícil e irritante.

Dos 3 empregados do bar, dois estavam na conversa e uma terceira estava completamente distraída, o que me levou à ficar a espera de atendimento por um bom tempo (Nota: Enquanto isso, o chá que tinha servido estava gradualmente a arrefecer).

Damage Control

Quando, finalmente, a empregada que estava distraída reparou que eu já estava à espera há algum tempo (damage) e se apercebeu que aquilo que eu queria era mais um pacote de açúcar, prontificou-se a resolver a situação (damage control).

Foi rapidamente ao balcão do bar, encheu um pires com mais de 10 pacotes de açúcar e veio na minha direcção com um sorriso simpático no rosto. Ao chegar à minha mesa, disse: “Desculpe a demora, pode usar quantos quiser.” e foi embora.

Numa questão de segundos, a minha irritação momentânea desapareceu.

Conclusões

O que nós, empreendedores, podemos aprender com esta história?

O que faz um cliente queixoso tornar-se satisfeito novamente?

Em primeiro lugar, podemos dizer que ao notar uma insatisfação de um cliente, é fundamental agir. É fundamental agir instantaneamente! A inconsciência de um problema é muito mais facilmente tolerável, do que a inactividade consciente.

Consciente do impacto causado no bem-estar do cliente, o segundo passo deverá ser pedir desculpa pelo incomodo, sempre de um modo sincero, compreensivo e educado.

If you spilled coffee on someone while riding the subway, would you say, “I apologize”? No, you’d say, “I’m so, so sorry!” Well, if your service is critical to your customers, an interruption to that service is like spilling hot coffee all over them. So use the appropriate tone and language to show that you understand the severity of what happened. Also, the person in charge should take personal responsibility. An “I” apology is a lot stronger than a “we” apology.

by 37Signals guys in Rework

Por fim, é fundamental recuperar a confiança do cliente, restabelecendo a qualidade do serviço e se possível recompensando-o de alguma forma. Mais do que simplesmente dar aquilo que o cliente merece (isso já é a sua obrigação!), passa a ser também importante surpreender positivamente o cliente de alguma forma.

Todas pessoas/empresas em algum momento erram (esperar o contrário é inocente), e nesses momentos, o que faz a diferença entre uma boa e uma má pessoa/empresa é a maneira como essa reage perante a situação. Assim, ao invés de esconder ou negar o erro cometido, lembre-se do chá sem açúcar e opte por tomar as acções correctas (Reconhecer, Agir, Desculpar, Compensar, Surpreender)!


Make Meaning

Posted: Agosto 4th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Estratégia e Gestão, Marketing
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Guy Kawasaki, autor do livro The art of the start (entre muitos outros) e referência na área do empreendedorismo, uma vez disse:

If you make meaning, you’ll probably make money. But if you set out to make money, you will probably not make meaning, and you won’t make money.

Diversos exemplos de sucesso (Etsy, Facebook, Vimeo, Google, IKEA, Nokia, etc.) demonstram que meaning e sucesso podem estar muito ligados. Logo, apesar de não podermos precisar, se esta conclusão é verdade ou não, é fácil concluir que meaning traz consigo uma excelente oportunidade de Marketing e Promoção, é um excelente motivador para todos stakeholders do projecto e potencialmente traz diversos benefícios directos e indirectos para a comunidade e/ou mercados nos quais a empresa promotora se insere.

Assim, ficam as perguntas…
O que é mais importante para a sua empresa, meaning ou money?

Dentro das suas funções existe espaço para algum meaning?

Existe algo que gostaria de melhorar, mudar ou manter no seu mundo?
(Se responder sim a esta pergunta, tem potencialmente uma ideia de negócio em mãos)

Recomendo-vos ainda que assistam a apresentação “Make Meaning in your Company” na totalidade (visite Academic Earth) ou, em alternativa, vejam pelo menos a primeira parte no vídeo abaixo…

Make meaning!


Aversão ao Risco, Falhar e Sucesso

Posted: Julho 24th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Geral
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Recentes estudos académicos e artigos da opinião especializada, apontam a Aversão ao Risco como uma das principais causas do ainda limitado volume de empreendedorismo existente em Portugal. Ok, mas afinal, o que é a Aversão ao Risco e porque ela pode impedir alguém de ser mais empreendedor?

Segundo a knoow.net, a existência de aversão ao risco “significa que, numa situação de incerteza, o mal-estar associado à perda de um determinado montante de rendimento é superior ao bem-estar proporcionado pelo ganho desse mesmo montante de rendimento.”

Posto isso, ao compararmos esta definição com a definição de empreendedor dada por Cameron Herold na sua recente TEDx talk “Let’s raise kids to be entrepreneurs”

a person who organizes, operates and assumes the risk for a business venture

…chegamos facilmente a conclusão que aversão ao risco e empreendedorismo são incompatíveis.

Assim, para ser empreendedor é preciso não temer, entender, e até mesmo apreciar o risco! Sendo este modo de viver as coisas equivalente ao sentimento de não ter medo de falhar!

Falhar, Falhar, Falhar!

Fail Dog

Apesar de ser o oposto do sucesso, infelizmente, falhar tem-se tornado, gradualmente, numa palavra-chave nas apresentações sobre empreendedorismo. Recentemente, tenho visto muita gente usá-la indevidamente com o objectivo de motivar jovens a serem empreendedores, através do apreciar e aprender com os insucessos, referindo ainda o falhar como passo importante para atingir o sucesso. Não se enganem, apesar de não ser o final do mundo, falhar continua a ser a pior coisa que vos pode acontecer ao entrarem numa business venture!

Um recente estudo da Harvard Business School, conduzido pelos professores Paul Gompers, Josh Lerner and David Scharfstein, com centenas de empreendedores falhados e de sucesso, permitiu tirar algumas interessantes conclusões sobre este tema:

  • First-time entrepreneurs receiving VC funding had a 22 percent chance of success, defined as taking a company public.
  • Already-successful entrepreneurs had a 34 percent chance of also succeeding in their next venture.
  • Entrepreneurs whose companies cratered had almost the same follow-on success rate as the first-timers: 23 percent.

Assim, podemos ver que enquanto os empreendedores de sucesso aumentam as suas probabilidades de serem bem sucedidos novamente (ver também The PayPal Mafia), os empreendedores falhados mantém-se muito próximos dos empreendedores novatos na taxa de sucesso em novas iniciativas!

Conclusões

Opposite Directions

Ao analisar diversos casos de sucesso na área do empreendedorismo, percebemos que para avançar com uma nova business venture é preciso não ter aversão ao risco, ou seja, é preciso acreditar em si e no projecto, sem ter medo de falhar.

Mantendo o foco no sucesso, as exigências individuais e colectivas sobem, tornando as probabilidades de sucesso também mais altas. Por outro lado, apesar de falhar ser um dos cenários possíveis em qualquer iniciativa, independentemente de ser possível aprender lições com essa experiência, as consequências do falhar não devem ser romantizadas e suavizadas.

Falhar não é um pré-requisito para o sucesso. Falhar não é um passo em direcção ao sucesso! Falhar é a pior coisa que pode acontecer, e assim, deve ser evitado ao máximo.

Não digo que aprender com erros não seja importante para crescer, mas muito mais importante é aprender com os sucessos! Por isso, aprenda com os insucessos, mas idealmente com os insucessos dos outros!

Os erros não precisam de ser seus, os que devem ser seus são os sucessos!


Entrepreneurs can change the world

Posted: Julho 19th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Geral
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Join the entrepreneur movement. Stimulate the economy. Spread the word.
Credits: Original music by Carly Comando. Written & Produced by Sonja Jacob.


Gonçalo Cruz joins nShip

Posted: Julho 18th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Geral
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Desde o início deste projecto que pretendíamos alargar a escrita do n’Ship a outros autores que demonstrassem identificar-se com o estilo de empreendedorismo informal, objectivo e prático que por aqui pregamos e ao mesmo tempo tivessem algo a acrescentar ao blog.

Apesar deste interesse, não tínhamos qualquer pressa de encontrar estes potenciais autores pois sabíamos que eles cruzariam o nosso caminho e quando aparecessem marcariam a diferença. E assim foi…

Recentemente, um projecto bastante interessante bateu a porta do n’Ship e com ele surgiu um empreendedor cheio de valor, acções e ideias de negócio! Depois de um encontro e uma boa conversa não tivemos dúvidas e convidamos-o a juntar-se ao leque de autores do nosso blog tendo a resposta sido positiva.

Assim, este empreendedor que chama-se Gonçalo Cruz e é Chief Visionary Officer da Jump Willy e Co-Founder da Uou, passará a escrever os seus pensamentos sobre empreendedorismo e sobre o projecto “100 Business Models” (brevemente mais novidades) no n’Ship.

Bem-vindo Gonçalo!


Doing Things is the Best Strategy

Posted: Julho 12th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Estratégia e Gestão, Geral
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Image Source :: Baltimore Print Studios


Um bom Elevator Pitch não é Suficiente

Posted: Julho 5th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Geral, Hot Start-ups
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Recentemente escrevi sobre o que é um Elevator Pitch e quais as características que fazem a diferença na criação de um pitch deste género. No entanto, um bom Elevator Pitch não é suficiente para conseguir um investimento, uma compra ou um simples acordo!

Sendo a primeira fase de um processo, um bom Elevator Pitch não leva directamente para um acordo, mas apenas gera um interesse por saber mais. Assim, após um pitch sucessivo, é necessário estar preparado para a fase das perguntas e respostas (Q&A)!

Qual o volume de vendas/encomendas?
Quais são os custos fixos?
Quem é a concorrência?
Existe algo de proprietário no produto, tecnologia ou processo?
Quanto do próprio dinheiro os promotores já investiram no projecto?

… são algumas das perguntas que o empreendedor deverá estar pronto para responder com segurança, sinceridade e confiança, dando sempre a indicação de que conhece bem o mercado no qual está inserido.

Ultrapassada a fase das perguntas e respostas, é hora de entrar na fase final e decisiva do processo… a fase de negociação dos valores envolvidos na proposta. Nesta fase, normalmente a mais tensa e delicada, é fundamental analisar o contributo e a importância que o possível parceiro traz para o processo, de modo a avaliar bem qual é a gama de valores na qual a negociação é proveitosa e de igual forma aproveitar ao máximo as oportunidades que o negócio pode trazer.

Para acabar, deixo-vos com Jonathan Millers, da empresa Element Bars, que apresenta o seu Elevator Pitch para os 5 Venture Capitalists do programa americano Shark Tank, tendo um desempenho especialmente exemplar na negociação com os “tubarões”.

Parte 1

Parte 2

Facilmente, um dos melhores Elevator Pitch + Q&A + Negotiation que vi nos últimos tempos.