"Someone that asks "How can we build a silicon valley?" has probably ensured failure by the way they framed the question. You don't build a silicon valley; you let one grow" by Paul Graham

Repórter TVI :: Made in Portugal

Posted: Junho 20th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Geral
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Invocando a história dos conquistadores Portugueses do século XV, o programa Repórter TVI, através de uma reportagem sobre o empreendedorismo que se faz hoje em Portugal, procurou responder as seguintes questões:

Onde estão os novos conquistadores portugueses?
Quem são aqueles que podem fazer a diferença?
Quem são os empreendedores portugueses que querem voltar a pôr Portugal no mapa?
Quais são as dificuldades que enfrentam em Portugal?
Será que tudo seria mais fácil se vivessem noutro país?

Durante os 31 minutos e 37 segundos da reportagem de Alexandra Borges, são apresentados diversos projectos portugueses que se tem destacado pelo dinamismo dos seus promotores e pelo sucesso destas iniciativas. Alguns destes exemplos são a LusoScreen (www.lusoscreen.com), a EssetialData (www.essential-data.pt), a Science4You (www.science4you.pt) e a Medbone (www.medbone.eu), sendo esta última um caso de sucesso de empreendedorismo feminino, algo bastante raro em Portugal.

Mais do que informar, fiquei com a feliz sensação que esta reportagem pretende fomentar o espírito empreendedor em Portugal, algo que, como pode ser visto na própria reportagem, Rui Nabeiro (CEO da Delta Café) procura fazer dentro da sua empresa, através de uma escola de empreendedorismo que promove para os filhos dos seus funcionários.

Por fim, deixo-vos com os links para a visualização da reportagem completa através do website da TVI ou do Youtube e parabenizo a Alexandra Borges, a TVI e especialmente cada um dos empreendedores que aparecem nesta reportagem pelas suas iniciativas.

Image Source :: stukinha


37 “Signals” from 37 Signals

Posted: Junho 10th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Geral, Livros
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Alguns dias atrás Dharmesh Shah, autor do conhecido blog sobre empreendedorismo OnStartups.com, publicou no seu blog 37 breves conselhos para empreendedores, que compilou a partir do mais recente livro escrito pela 37 SignalsRework.

Abaixo, listo e comento alguns dos mais interessantes…

Great businesses have a point of view, not just a product or service. [tweet it]
All companies have customers. Fortunate companies have audiences too. [tweet it]

Empresas como a Google “To organize the world’s information and make it universally accessible and useful” ou a Skype “To enable the world’s conversations [Allowing the world to communicate for free empowers and links people and communities everywhere]” possuem muito mais do que produtos e clientes. Os seus mission statements fazem com que um grande número de pessoas, usando (ou não) os seus produtos, fiquem atentos a cada novo movimento da empresa ou dos seus produtos. Priceless.

Outras empresas e associações como Apple, 37 Signals, PETA, Body Shop, etc. conseguiram audiências semelhantes em diferentes mercados e escalas.
 
 

Failure is not a prerequisite for success. [tweet it]

Ultimamente fala-se tanto sobre apreciar e aprender com os insucessos que quase que se cria uma ilusão de que falhar é positivo e importante para atingir o sucesso. Não é! Falhar continua a ser horrível e o extremo oposto do sucesso! O importante é não ter medo de falhar, ou seja, desenvolver um gosto pelo risco (como oposição da natural aversão ao risco) que permita atingir metas maiores e avançar quando é preciso.

Dica: Aprenda com os insucessos, mas idealmente com os insucessos dos outros!
 
 

When you want something bad enough, you make the time. [tweet it]

Quando alguém lhe disser que não arranjou tempo para fazer algo que devia ter feito, não se deixe enganar, interprete como “não fiz porque isto não é prioridade para mim”. Por isso, reveja as motivações e compensações da pessoa em questão, arranje outra pessoa para executar a tarefa, ou ainda, faça você mesmo. Simplesmente alargar o prazo não será solução.
 
 

Start a business, not a startup. [tweet it]
A business without a path to profit is a hobby. [tweet it]

Por mais que um produto seja excelente, se este não gerar valor para a empresa que o produz/comercializa, está destinado a transformar-se num buraco negro de investimento (dinheiro/tempo) até tornar-se um fracasso.
 
 

When good enough gets the job done, go for it. [tweet it]

Na minha opinião, umas das características pessoais que mais problemas traz para a evolução de um projecto é o perfeccionismo. Apesar de ser visto por muitos como uma característica positiva, frequentemente é motivo de perdas de tempo desnecessárias.

Normalmente a melhor solução para um problema não é a perfeita (aquela que demora 2 semanas), mas sim aquela que é apenas good enough (mas demora somente uma tarde). Por isso, seja simples e directo nas tarefas rotineiras e de pouca importância, guardando tempo para a excelência nas tarefas que realmente interessam e fazem a diferença.
 
 

Don’t make up problems you don’t have yet. [tweet it]

Muitas vezes novos empreendedores estão preocupados com questões que na verdade ainda não existem. “E se… precisarmos de fornecer equipamento ao mesmo tempo para 2 clientes?” (antes de ter o primeiro cliente); “E se… tivermos 50.000 utilizadores, os nossos servidores darão conta do recado?” (antes de lançar uma web application); “E se… aparecer alguém com um produto semelhante ao nosso?” (antes de ir para o mercado)

Apesar de fazer sentido pensar sobre todas essas possibilidades, nunca esqueça de focar nos problemas que realmente existem hoje, não naqueles que poderão (ou não) existir amanhã.
 
 

Apesar de reparar que alguns dos conselhos listados acima, já faziam parte do livro anterior da 37 Signals, Getting Real, que felizmente já tive a oportunidade de ler, acabei de encomendar a minha cópia do Rework. Para além de aprender coisas novas e ver a evolução da visão de Jason Fried e David Heinemeier Hansson, é sempre bom rever alguns conselhos e reflectir novamente sobre o seu conteúdo.

Image Source :: blackant


Surpreenda os seus clientes

Posted: Junho 1st, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Estratégia e Gestão, Marketing
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Sejamos claros e objectivos! Hoje em dia, fazer somente o que é suposto fazer já não é suficiente.

Alguns anos atrás, tive colegas de curso que ficavam chateados (alguns até enfurecidos) quando recebiam (apenas) a avaliação de Bom/Bom+ num trabalho, no qual tinham feito (apenas) tudo que tinha sido pedido no enunciado. Nunca achei coerente, pois estes exigiam uma avaliação de excelência quando não tinham apresentado um trabalho de excelência. É preciso mais, do que fazer o que foi pedido para atingir a excelência (muito mais!).

Para sobreviver no mercado competitivo que vivemos, é necessário surpreender os nossos competidores, é necessário surpreender os nossos funcionários/chefes e principalmente é necessário surpreender os nossos clientes (agir de maneira diferente, faz com os “nossos” passem gradualmente a ser “deles”).

E para além de manter os clientes fieis a nossa marca, existe outra excelente vantagem que acompanha o factor surpresa: publicidade efectiva e gratuita. Sem muitas dúvidas, podemos dizer que um cliente positivamente ou negativamente surpreendido por uma marca, vai falar com os seus amigos e familiares sobre a sua surpresa. E mais, os seus amigos e familiares vão ouvi-lo! E isso, é simplesmente priceless!

O Professor Marins Filho, no seu excelente podcast, da-nos o exemplo de alguém que vai ao Disney World Resort e quando volta é questionado sobre a viagem. Segundo o Professor, ninguém irá comentar o facto de ter visto o Mickey ou a Minnie, irão comentar sim, o facto de terem andado numa montanha russa com um triplo looping invertido (se isto existir mesmo, eu quero lá ir!) ou o facto de terem um piscina dentro do quarto no hotel onde passaram a noite. Por que? Porque foi isso que os surpreendeu, foi isso que eles não estavam a espera de encontrar ou experienciar.

A palavra de ordem é surpreender! Por isso, lembrem-se de dar mais do que o Mickey e a Minnie quando os vossos clientes vierem visitar o Disney World Resort que é a vossa empresa.


It is the best time to start your company

Posted: Maio 18th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Eventos de Interesse, Geral, Start-ups
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No passado fim de semana, estive presente na SWITCH Conference com o objectivo de fazer uma apresentação e participar no painel relativo a criação de start-ups (previamente referido como Start-Up Competition).

Na sequência da interessante discussão que decorreu no dia do evento, disponibilizo a minha apresentação abaixo para que a informação continue a passar e que resultados possam surgir a partir desta semente.

Fico sempre bastante contente de encontrar neste tipo de eventos, uma série de pessoas talentosas que estão interessadas em fazer projectos acontecerem. A minha sugestão é que comecem a fazer acontecer o mais cedo possível!

Por fim, se ficaram com vontade de mais networking, mais discussões sobre empreendedorismo em Portugal e mais apresentações out of the box, reservem na vossa agenda os dias 5 e 6 de Junho para o Barcamp Portugal que irá acontecer no Porto.


Elevator Pitch

Posted: Maio 10th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Estratégia e Gestão, Eventos de Interesse
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Elevator Pitch é uma das mais novas buzzwords do mundo do empreendedorismo. E digamos, até tem algum mérito para isso! Nos dias competitivos de hoje, onde o tempo é considerado um dos bens mais valiosos que temos ao dispor, um bom Elevator Pitch pode ser decisivo para conseguir vender um produto, obter financiamento, assinar um contracto e muito mais.

Mas o que é um Elevator Pitch?

Antes de nos alongarmos mais sobre este tema, é fundamental definirmos conjuntamente o significado desta expressão. Para isso, recomendo-vos que assistam à explicação em vídeo dada pelo Sean Wise e leiam o trecho da descrição dada pela wikipedia abaixo:

An elevator pitch or elevator speech is a short, persuasive description of a person, organization or group, or an idea for a product, service, or project. [...] An elevator pitch is often used by an entrepreneur pitching an idea to a venture capitalist or angel investor to receive funding. Venture capitalists often judge the quality of an idea and team on the by the quality of its elevator pitch and will ask entrepreneurs for their elevator pitches in order to quickly weed out bad ideas and weak teams.

Tendo o nome e o conceito surgido baseados na ideia de que, a partir do momento em que se consegue entrar num elevador com um investidor ou comprador, só terás de 30 segundos a 2 minutos (2 minutos só mesmo nos EUA, Frankfurt e Dubai) para conseguir convence-lo das suas intenções. Por esta definição, também podemos dizer que um bom Elevator Pitch deverá ser objectivo, conciso e direccionado para os seus ouvintes.

Da minha experiência, posso dizer que existem 4 tópicos fundamentais a abordar num Elevator Pitch:

1. O que é o negócio/ideia/empresa/produto/serviço e qual é o seu mercado?
A ideia deve ser fácil de entender e o discurso deve ser simples. Evite palavras com mais de 8 letras e fuja dos termos técnicos! É preciso entender o que se quer vender antes de comprar. Não perca tempo em detalhes que poderão ser discutidos em reuniões futuras.

Defina o tamanho do mercado, o modelo de negócio escolhido e demais questões de estratégia. Procure usar números e apresentar resultados. Lembre-se que os investidores apenas investem em negócios, não em ideias ou produtos.

2. Qual é o estágio de desenvolvimento do negócio?
Mas isto é só uma ideia? Existe alguma patente registada? Existem protótipos funcionais? Já realizaram alguma venda? Existem clientes? Eles pagam?

Estas e uma série de outras perguntas são possíveis que surjam na cabeça do ouvinte, não deixe espaço para dúvidas que possam enfraquecer a sua posição (Se não abordar durante o pitch, pelo menos esteja pronto para responde-las sem hesitação).

3. Quem são os empreendedores por trás do negócio?
O provérbio “Bet on the jockey, not the horse” é frequentemente citado entre os investidores. Perceber se os empreendedores tem ou não a capacidade de executar as ideias das quais falam é fundamental para a confiança no investimento. Faça o valor da negociação subir ao colocar no pacote de venda o valor (formação, capacidades, rede de contactos, etc.) dos empreendedores envolvidos.

4. Qual é a proposta que se está a oferecer/pedir?
Seja divulgar um produto, vender 20% da empresa, assinar um acordo, receber uma proposta de emprego, atrair investimento ou outra motivação qualquer, é preciso informar exactamente qual o objectivo do Elevator Pitch. Idealmente o objectivo é claro e directo (i.e. “estou à procura de um investimento de 220 mil Euros por 40% da empresa”).

Este último ponto é muitas vezes esquecido ou pouco claro para o receptor do pitch.

Por acreditar que é importante que os empreendedores e potenciais empreendedores desenvolvam estas capacidades, associei-me recentemente, através do Talks 2.0, à JuniFEUP e ao Nuno Soares, para a organização de um workshop sobre Elevator Pitch.

O evento que irá realizar-se no dia 19 de Maio, será liderado por dois professores da Universidade do Porto (Prof. João Claro e Prof. Alípio Torre), e devido ao grande interesse pelo tema, teve as 24 vagas completamente esgotadas em menos de 2 dias depois da abertura das inscrições. Por esta razão estamos a estudar a viabilidade de realizar um novo workshop sobre o tema. Se tiver interesse em participar deixa-nos um comentário.

Por fim, faltou dizer que outro factor determinante para um Elevator Pitch ser efectivo, é a confiança transmitida pelo orador sobre o seu negócio e discurso! Acredito que para chegar ao nível de confiança necessário são precisas 2 coisas: acreditar no pitch e muita prática! Por isso.. pense, escreva, leia, re-leia, pratique, re-escreva, re-leia, pratique, pratique, pratique…


Imagem: Express Monorail


Peter Principle

Posted: Maio 4th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Geral
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Um princípio pouco conhecido, mas que a meu ver, pode ensinar muito aos empreendedores/gestores actuais é o Princípio de Peter (Peter Principle):

“In a Hierarchy Every Employee Tends to Rise to His Level of Incompetence.”

Este princípio for pela primeira vez descrito por Dr. Laurence J. Peter e Raymond Hull no livro homónimo (The Peter Principle, 1969) e em suma, descreve a tendência natural das organizações de promover os funcionários mais produtivos até ao ponto em que eles, devido a não estarem preparados, ajustados ou simplesmente não serem capazes de desempenhar as novas funções, tornam-se improdutivos.

Apesar de ser largamente verdade no passado, hoje em dia, as empresas tendem a combater o efeito Peter ao apostarem em treinamento on-the-job, e procurarem identificar nos funcionários características que indiquem sucesso na futura posição antes de oficializar a decisão de promove-lo. Por outro lado ainda, o acompanhamento de carreira tem permitido compreender se o funcionário quer ser promovido para esta nova posição ou não.

Posto isto, acredito ser possível criar uma variação deste princípio para algo mais actual, específico e pessoal do ponto de vista dos empreendedores, pessoas normalmente muito pro-activas e dinâmicas.

“Toda pessoa altamente produtiva e eficiente tende a envolver-se em cada vez mais projectos e iniciativas de modo a que gradualmente torna-se improdutiva e ineficiente.”

Não concordam?

Cada vez mais, identifico pessoas que por demonstrarem valor e competência, são frequentemente abordadas por terceiros com ofertas e oportunidades de participação em projectos interessantes. Mas isto é excelente! (Pensam vós) Sim! (digo eu), no entanto, a contínua aceitação de novos projectos leva a sobrecarga e consequente ineficiência em cada um dos projectos e geral.

Não digo, com isto, que os empreendedores não devem envolver-se em mais do que um projecto. Digo apenas que é necessário perceber a dedicação que é precisa para ser-se eficiente em cada projecto e assim, priorizar os projectos, envolvendo-se apenas naqueles nos quais se consegue ser eficiente sem perder a cabeça ou arrancar os cabelos.


Talking at SWiTCH Conference

Posted: Abril 30th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Eventos de Interesse
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Desde há alguns meses atrás que todas as semanas é anunciado um novo evento. Entre TEDxOporto, Talks 2.0, ShiFT2010, INEO Weekend, UxLx, TEDxLisboa, TEDxCurraldeMoinas, 1ª Corrida das PMEs, Barcamp PT, TEDxEdges e os 5000 outros eventos que estão para acontecer, não é fácil ser-se diferente e original.

No entanto, é justamente “uma conferência diferente”, que um grupo de jovens de Coimbra se propõe a organizar, nos próximos dias 15 e 16 de Maio de 2010 no auditório da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra.

Citando os organizadores, “[...] mais do que uma conferência, a SWiTCH é uma experiência. O objectivo é reunir mais de 500 Empreendedores, Cientistas e o Cidadão Comum, numa verdadeira experiência de partilha de conhecimento multidisciplinar”.

Tendo como foco a diversidade, a organização está a juntar um interessante grupo de oradores internacionais para falar de temáticas tão diferentes como Entrepreneurship (always) rules, Web & Development, We live in Science, The Future is Today, Out of the Box Thinking, My Story and The World Around Us. Entre os oradores já confirmados estão Loic Le Meur, Andrea Vascellari, Stephanie Booth, Mónica Bettencourt Dias, Paulo Querido, António Coutinho, Fred Oliveira, Laurent Haug e Celso Martinho.

Após recentes conversas com a organização do evento, fui convidado para fazer uma breve apresentação sobre as crescentes oportunidades que os empreendedores tem neste momento para avançar com as suas ideias. Irei fazer a minha intervenção no segundo dia da conferência, antes da Start-up Competition prevista para o segundo dia. De notar ainda, que esta Start-up Competition está a ser organizada pela start-up Portuguesa de referência We Break Stuff.

Tudo indica que esta conferência será uma excelente oportunidade para conhecer pessoas interessantes e com iniciativa, uma excelente oportunidade para ouvir os novos empreendedores que estarão lá para demonstrar as suas ideias na competição e um excelente lugar para discutir não apenas ideias, mas também acções de dinamização das Universidades e das empresas em Portugal. Networking++!

Se partilhas da mesma visão e também vais a conferência, esteja a vontade para dizer olá e trocar umas ideias comigo.


Focus! Focus! Focus!

Posted: Abril 28th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Estratégia e Gestão, Geral
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“When you are on an elephant hunt, don’t shoot at the squirrels. It wastes ammunition and scares away the elephants”

Esta frase que Tobias Lütke, CEO e Fundador da Shopify, escreveu hoje no Twitter, diz muito sobre um erro comum de muitos empreendedores e líderes de projecto.

Com a quantidade de informação, oportunidades e parceiros que todos os dias nos aparecem, é preciso um esforço grande para manter-se focado nas metas e objectivos fundamentais para que o projecto avance dentro do tempo previsto e que a satisfações pessoais e dos clientes sejam atingidas (alias… até deviam ser superadas… mas isso é assunto para outro post).

No meio de tantas fontes de dispersão, é importante que utilizes ferramentas de apoio. Estabeleça metas específicas e directas, com prazos apertados (ver Parkinson’s Law) e tente realiza-las o mais brevemente possível.

Estabeleça 2 (no máximo 3) metas por batch. 2 tarefas grandes por mês, 2 tarefas médias por semana, 2 tarefas unicelulares por dia. E não se esqueça de que as metas devem ser sobre aquilo que é realmente importante para fazer o teu projecto/empresa crescer.

A falta de foco e sensibilidade para definir e agir sobre aquilo que é realmente importante, é uma característica priceless no mercado dos dias de hoje.

Nunca se esqueça do Elefante. Focus! Focus! Focus!


Why do you want to work here?

Posted: Abril 27th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Geral, Recursos Humanos
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Why do you want to work here?

A questão é simples. Por que trabalhas/queres trabalhar aqui?

A resposta, às vezes, não é tão simples quanto a pergunta. Porquê? Porque depende das motivações individuais de cada pessoa e isso, muitas vezes, nem o próprio indivíduo sabe.

Algumas pessoas trabalham por dinheiro, outras trabalham pelo gosto pela resolução de problemas, outras ainda gostam de estar envolvidas num projecto que seja maior que elas, algo que traga benefício para outrém e, no extremo, torne o mundo um lugar melhor para se viver. Outras pessoas ainda, valorizam o seu local de trabalho pelo bom ambiente e pela sua equipa de trabalho.

Recentemente, Ricardo Capitão, trouxe ao grupo de partilha de cultura Cooltiva-te, uma apresentação bastante simples e directa (ver abaixo) que procurou resumir e debater todas as possíveis ofertas das empresas para atrair e manter os seus colaboradores.

Segundo um recente estudo da About.com, os benefícios monetários continuam a ser fundamentais para atrair os melhores funcionários, no entanto, não são suficiente para mantê-los motivados.

Para terminar este post, acho que faz sentido dizer que não existe uma única fórmula para agradar a todos os funcionários, por isso, se és um empregador em busca da satisfação dos teus funcionários, procure entender as motivações individuais de cada um e criei modelos de recompensação a medida. A não formula é a nova fórmula do modelo de recompensações de recursos humanos.

Se por outro lado és um funcionário, reflicta sobre os motivos que o fazem levantar da cama todos os dias para ir trabalhar. Se não encontrares motivos, talvez esteja na altura de mudar. E quem sabe criar uma empresa que te motive e motive os teus futuros funcionários.

Image Source: Savage Chickens


Startup Triplets

Posted: Abril 22nd, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Start-ups
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Recentemente Dharmesh Shah criou uma nova expressão no mundo do empreendedorismo: Startup Triplets

Startup Triplets são conselhos para startups e novos empreendedores com exactamente 3 palavras. Não mais, não menos, apenas 3 palavras! Isso é o que eu chamo ser directo e objectivo.

Aqui ficam alguns dos Startup Triplets que Dharmesh sugere:

3.  Hire generalists early.

4.  Hire specialists later.

11. Encourage diverse thinking.

23. Say “NO” often.

31. Build a brand.

42. Cancel unnecessary meetings.

47. Keep it fun.

É interessante como em apenas 3 palavras se consegue dizer tanto, não?

 

Conceito explicado… exemplos dados… agora é a nossa vez de criar alguns Triplets! E desta vez em português!

1. Leia todos dias. (Tweet it)

2. Valorize bons clientes. (Tweet it)

3. Desvalorize maus clientes. (Tweet it)

4. Siga este blog! :) (Tweet it)

5. Viva no hoje. (Tweet it)

6. Seja coerente sempre. (Tweet it)

7. Networking é útil. (Tweet it)

8. Motivação é chave. (Tweet it)

9. Exportar é preciso. (Tweet it)

10. Surpreenda seus clientes. (Tweet it)

 

Lembra-se de mais algum? Então envie-nos através de um comentário.

 

PS> Guy Kawasaki também decidiu criar e partilhar alguns Startup Triplets através do seu blog.