Posted: Agosto 4th, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Estratégia e Gestão, Marketing
Tags: Guy Kawasaki, Meaning, Money, Motivação, Start | 1 Comment »
Guy Kawasaki, autor do livro The art of the start (entre muitos outros) e referência na área do empreendedorismo, uma vez disse:
If you make meaning, you’ll probably make money. But if you set out to make money, you will probably not make meaning, and you won’t make money.
Diversos exemplos de sucesso (Etsy, Facebook, Vimeo, Google, IKEA, Nokia, etc.) demonstram que meaning e sucesso podem estar muito ligados. Logo, apesar de não podermos precisar, se esta conclusão é verdade ou não, é fácil concluir que meaning traz consigo uma excelente oportunidade de Marketing e Promoção, é um excelente motivador para todos stakeholders do projecto e potencialmente traz diversos benefícios directos e indirectos para a comunidade e/ou mercados nos quais a empresa promotora se insere.
Assim, ficam as perguntas…
O que é mais importante para a sua empresa, meaning ou money?
Dentro das suas funções existe espaço para algum meaning?
Existe algo que gostaria de melhorar, mudar ou manter no seu mundo?
(Se responder sim a esta pergunta, tem potencialmente uma ideia de negócio em mãos)
Recomendo-vos ainda que assistam a apresentação “Make Meaning in your Company” na totalidade (visite Academic Earth) ou, em alternativa, vejam pelo menos a primeira parte no vídeo abaixo…
Make meaning!
Posted: Junho 1st, 2010 | Author: Felipe Ávila da Costa | Filed under: Estratégia e Gestão, Marketing
Tags: Boca-a-Boca, Disney, Marketing, Surpresa | 1 Comment »
Sejamos claros e objectivos! Hoje em dia, fazer somente o que é suposto fazer já não é suficiente.
Alguns anos atrás, tive colegas de curso que ficavam chateados (alguns até enfurecidos) quando recebiam (apenas) a avaliação de Bom/Bom+ num trabalho, no qual tinham feito (apenas) tudo que tinha sido pedido no enunciado. Nunca achei coerente, pois estes exigiam uma avaliação de excelência quando não tinham apresentado um trabalho de excelência. É preciso mais, do que fazer o que foi pedido para atingir a excelência (muito mais!).
Para sobreviver no mercado competitivo que vivemos, é necessário surpreender os nossos competidores, é necessário surpreender os nossos funcionários/chefes e principalmente é necessário surpreender os nossos clientes (agir de maneira diferente, faz com os “nossos” passem gradualmente a ser “deles”).
E para além de manter os clientes fieis a nossa marca, existe outra excelente vantagem que acompanha o factor surpresa: publicidade efectiva e gratuita. Sem muitas dúvidas, podemos dizer que um cliente positivamente ou negativamente surpreendido por uma marca, vai falar com os seus amigos e familiares sobre a sua surpresa. E mais, os seus amigos e familiares vão ouvi-lo! E isso, é simplesmente priceless!
O Professor Marins Filho, no seu excelente podcast, da-nos o exemplo de alguém que vai ao Disney World Resort e quando volta é questionado sobre a viagem. Segundo o Professor, ninguém irá comentar o facto de ter visto o Mickey ou a Minnie, irão comentar sim, o facto de terem andado numa montanha russa com um triplo looping invertido (se isto existir mesmo, eu quero lá ir!) ou o facto de terem um piscina dentro do quarto no hotel onde passaram a noite. Por que? Porque foi isso que os surpreendeu, foi isso que eles não estavam a espera de encontrar ou experienciar.
A palavra de ordem é surpreender! Por isso, lembrem-se de dar mais do que o Mickey e a Minnie quando os vossos clientes vierem visitar o Disney World Resort que é a vossa empresa.
